PAIGC: comunicado do Gabinete de Comunicação do
partido
O PAIGC acompanhou com muita preocupação os tumultos e as situações de
violência nas ruas de Bissau, registados ontem,dia 8 de fevereiro de 2019, na
manifestação dos estudantes, e lamenta profundamente que daí tenham resultado
ferimentos graves e ligeiros entre os manifestantes e agentes de segurança
pública.
O PAIGC solidariza-se com os estudantes que reclamam o direito legítimo à
educação e compreende a frustração reinante após um período letivo sem aulas e
com a possibilidade de novas greves de professores.
domingo, 10 de fevereiro de 2019
DETIDOS
NA MANIFESTAÇÃO DOS ALUNOS JÁ ESTÃO EM LIBERDADE
Depois de uma intensa mediação conjunta que envolveu o gabinete de crise da LGDH, o departamento dos Direitos Humanos de UNIOGBIS e Plataforma das organizações juvenis, 73 dos 77 detidos, foram libertados esta noite pela POP.
As organizações estudantis lideradas por Carta 21, foram obrigadas a assinar um termo de responsabilidade, para assegurar que os detidos ora libertados, apresentarão na segunda-feira dia 11 de Fevereiro junto do Ministério de Interior para efeitos de audição.
Entre os detidos, estavam 8 raparigas e 5 menores de 16 anos de idade.
Infelizmente, o Ministério de Interior recusou libertar 4 jovens, alegando que foram detidos com armas brancas, nomeadamente, catanas e facas, por isso, serão encaminhados ao Ministério Público na segunda-feira.
O Gabinete de crise da LGDH vai continuar a trabalhar sem tréguas, até a liberação total de todos os detidos em conexão com os incidentes de ontem. Igualmente, a organização irá fornecer assistência jurídica aos estudantes assim que for necessário.
Pela #Paz, #Justiça e #Direitos #Humanos!
Depois de uma intensa mediação conjunta que envolveu o gabinete de crise da LGDH, o departamento dos Direitos Humanos de UNIOGBIS e Plataforma das organizações juvenis, 73 dos 77 detidos, foram libertados esta noite pela POP.
As organizações estudantis lideradas por Carta 21, foram obrigadas a assinar um termo de responsabilidade, para assegurar que os detidos ora libertados, apresentarão na segunda-feira dia 11 de Fevereiro junto do Ministério de Interior para efeitos de audição.
Entre os detidos, estavam 8 raparigas e 5 menores de 16 anos de idade.
Infelizmente, o Ministério de Interior recusou libertar 4 jovens, alegando que foram detidos com armas brancas, nomeadamente, catanas e facas, por isso, serão encaminhados ao Ministério Público na segunda-feira.
O Gabinete de crise da LGDH vai continuar a trabalhar sem tréguas, até a liberação total de todos os detidos em conexão com os incidentes de ontem. Igualmente, a organização irá fornecer assistência jurídica aos estudantes assim que for necessário.
Pela #Paz, #Justiça e #Direitos #Humanos!
DISTÚRBIOS EM BISSAU QUEIMOU
UMA VIATURA E MAIS DE CINCO OUTRAS COM VIDROS QUEBRADOS
Consequências dos distúrbios na cidade Bissau
deixou uma viatura incendiada na zona de aeroporto, e mais de cinco outras com
vidros partidos na manifestação dos alunos.
Ainda, registaram pelo menos 19 feridos, que foram atendidos pelo Hospital Nacional “Simão Mendes” e pelo “Hospital Militar”, disseram fontes médicas.
No Hospital Nacional “Simão Mendes, no centro de Bissau”, deram entrada 12 pessoas, entre as quais cinco intoxicadas devido ao gás lacrimogéneo lançado pela polícia, informou o médico João Xavier Pantera.
Segundo o médico, todos os feridos que deram entrada no Simão Mendes já tiveram alta com exceção de duas pessoas.
Desconhece porquanto, o proprietário da viatura queimada. Notabanca exibe uma viatura do PRS com vidros quebrados.
A pergunta é. É este tipo do país que Presidente Mário Vaz sonhou ter durante o seu mandato!?... Que vergonha!
Notabanca; 10.02.2019
Ainda, registaram pelo menos 19 feridos, que foram atendidos pelo Hospital Nacional “Simão Mendes” e pelo “Hospital Militar”, disseram fontes médicas.
No Hospital Nacional “Simão Mendes, no centro de Bissau”, deram entrada 12 pessoas, entre as quais cinco intoxicadas devido ao gás lacrimogéneo lançado pela polícia, informou o médico João Xavier Pantera.
Segundo o médico, todos os feridos que deram entrada no Simão Mendes já tiveram alta com exceção de duas pessoas.
Desconhece porquanto, o proprietário da viatura queimada. Notabanca exibe uma viatura do PRS com vidros quebrados.
A pergunta é. É este tipo do país que Presidente Mário Vaz sonhou ter durante o seu mandato!?... Que vergonha!
Notabanca; 10.02.2019
PAIGC DENUNCIA TENTATIVA DE
PARTIDOS COMPROMETER LEGISLATIVAS DE 10 DE MARÇO EM CONLUIO COM PR
O presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira,
denunciou ontem a tentativa de alguns partidos e atores políticos da esfera
guineense de comprometer, “com a conivência do Presidente da República”, o
processo das legislativas de 10 de Março.
Numa entrevista exclusiva à Inforpress, o líder PAIGC, que se encontra em Cabo Verde no quadro da campanha para as eleições legislativas no seu país, assegurou que todas as condições técnicas e materiais já estão criadas para o escrutínio, mas que “os partidos políticos que se sentem inconfortáveis com as próximas decisões das urnas tentem perturbar o calendário”.
“Não é a data nem o período que está em causa, mas sim a falta de preparação dos próprios partidos e atores políticos que contribuem para o comprometimento deste processo, infelizmente com a conivência e participação do próprio presidente da República, José Mário Vaz”, afirmou.
É que na perspectiva do PAIGC, as eleições deveriam ter acontecido em Abril de 2018, “normalmente num Estado de direito”, mas que foram, primeiramente adiadas para 18 de Novembro último, também inviabilizado, pelo que denuncia tentativas e montagem com o propósito de pôr em causa o escrutínio deste primeiro trimestre de 2019.
“Tecnicamente, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) já está preparada. Agora, alguns partidos políticos reclamam que a taxa de recenseamento não atingiu a fasquia dos 100 por cento de eleitores”, sublinhou o entrevistado da Inforpress, que questiona se existe país no mundo capaz de atingir esta cifra em termos do eleitorado.
O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, que almeja reconquistar o “trono” perdido em 2015, reuniu-se hoje de manhã, na Cidade da Praia, com a Comissão Política do PAIGC em Cabo Verde, onde inteirou-se do funcionamento da estrutura local, dificuldades enfrentadas e o nível da organização da comunidade guineense.
Domingos Simões Pereira considerou que a comunidade guineense radicada em Cabo Verde encontra-se “bem estruturada e implantada”, ainda que, segundo ele, persista alguns “desafios propícios da diáspora”.
Acredita o líder do PAIGC que, “com trabalho, interacção bastante mais activa com as autoridades cabo-verdianas, é possível ultrapassar os constrangimentos”.
No encontro com a estrutura local, Domingos Simões Pereira apresentou a dinâmica do panorama do trabalho do seu partido no terreno, com olhos postos nas legislativas de 10 de Março, com o intuito de “convocar estrategicamente a nação guineense a um plano de governação para médio e longo prazos”.
“Menos atenção em questões materiais, mais capacidade de mobilização popular no sentido de atender as principais expectativas dos cidadãos guineenses. Hoje não há dívida que o PAIGC representa, de facto, a esperança do povo da Guiné”, elucidou Domingos Simões Pereira, que condena qualquer tentativa da perturbação do calendário eleitoral já estabelecido.
Nesta sua visita de três dias a Cabo Verde, o presidente do PAICV, que ainda esta manhã reuniu-se com o antigo presidente da República e presidente da Fundação Amílcar Cabral, Pedro Pires, tem agendado uma visita ao Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, que é também presidente em exercício da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Notabanca; 10.02.2019
Numa entrevista exclusiva à Inforpress, o líder PAIGC, que se encontra em Cabo Verde no quadro da campanha para as eleições legislativas no seu país, assegurou que todas as condições técnicas e materiais já estão criadas para o escrutínio, mas que “os partidos políticos que se sentem inconfortáveis com as próximas decisões das urnas tentem perturbar o calendário”.
“Não é a data nem o período que está em causa, mas sim a falta de preparação dos próprios partidos e atores políticos que contribuem para o comprometimento deste processo, infelizmente com a conivência e participação do próprio presidente da República, José Mário Vaz”, afirmou.
É que na perspectiva do PAIGC, as eleições deveriam ter acontecido em Abril de 2018, “normalmente num Estado de direito”, mas que foram, primeiramente adiadas para 18 de Novembro último, também inviabilizado, pelo que denuncia tentativas e montagem com o propósito de pôr em causa o escrutínio deste primeiro trimestre de 2019.
“Tecnicamente, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) já está preparada. Agora, alguns partidos políticos reclamam que a taxa de recenseamento não atingiu a fasquia dos 100 por cento de eleitores”, sublinhou o entrevistado da Inforpress, que questiona se existe país no mundo capaz de atingir esta cifra em termos do eleitorado.
O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, que almeja reconquistar o “trono” perdido em 2015, reuniu-se hoje de manhã, na Cidade da Praia, com a Comissão Política do PAIGC em Cabo Verde, onde inteirou-se do funcionamento da estrutura local, dificuldades enfrentadas e o nível da organização da comunidade guineense.
Domingos Simões Pereira considerou que a comunidade guineense radicada em Cabo Verde encontra-se “bem estruturada e implantada”, ainda que, segundo ele, persista alguns “desafios propícios da diáspora”.
Acredita o líder do PAIGC que, “com trabalho, interacção bastante mais activa com as autoridades cabo-verdianas, é possível ultrapassar os constrangimentos”.
No encontro com a estrutura local, Domingos Simões Pereira apresentou a dinâmica do panorama do trabalho do seu partido no terreno, com olhos postos nas legislativas de 10 de Março, com o intuito de “convocar estrategicamente a nação guineense a um plano de governação para médio e longo prazos”.
“Menos atenção em questões materiais, mais capacidade de mobilização popular no sentido de atender as principais expectativas dos cidadãos guineenses. Hoje não há dívida que o PAIGC representa, de facto, a esperança do povo da Guiné”, elucidou Domingos Simões Pereira, que condena qualquer tentativa da perturbação do calendário eleitoral já estabelecido.
Nesta sua visita de três dias a Cabo Verde, o presidente do PAICV, que ainda esta manhã reuniu-se com o antigo presidente da República e presidente da Fundação Amílcar Cabral, Pedro Pires, tem agendado uma visita ao Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, que é também presidente em exercício da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Notabanca; 10.02.2019
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