sábado, 23 de setembro de 2017

MAIS DE 270 FINALISTAS DA CESJ RECEBERAM DIPLOMAS DO 12º ANO DE ESCOLARIDADE 
Sob o lema, “Falar Menos e Trabalhar Mais”, mais de duzentos e setenta finalistas da Cooperativa Escolar São José (CESJ) recebem na sexta-feira em Bissau, os diplomas do 12º ano de escolaridade.
O ato decorreu perante parceiros da escola, famílias e amigos do 6º grupo dos finalistas deste estabelecimento do ensino privado. 
Presidiu a cerimónia em representação do governo, o diretor Regional do Ensino para o Setor Autónimo de Bissau, Bacari Sanhá, que assegurou que o objetivo dos finalistas é a missão do Ministério da Educação Nacional em formar, servir e aprender os valores da vida que dão ensinamentos para a contribuição valiosa ao serviço do país. Apelando por isso, os sindicatos do setor no sentido de se enveredarem no trabalho sério para salvaguarda do presente ano letivo, para que não se crie sobressaltos, no sistema.
Artemisa Bucansil Cabral, madrinha dos finalistas subscreveu o lema académico da escola, afirmando que as escolas do país, não são ramos erguidos sobre o mesmo tronco. Mas deixou elogiou claros que a Cooperativa Escolar São José é uma escola que está pelas proezas próprias na logica na maiores e mais reputadas escolas da Guiné-Bissau, que obriga diariamente, os pais e encarregados de edução ganharem mais confiança de se manterem os seus educandos na escola.
Para Fernandes Mendes, representante dos alunos, valeu a pena o sofrimento de vários anos. E, indica que sempre haverá um lugar novo no percurso, no qual, "ninguém é tão rico que não possa receber, ninguém é tão pobre que não possa doar e ninguém é tão sábio que não possa aprender". Pelo que, exorta os colegas finalistas para não ignorarem os conhecimentos, pelo fato de pensarem que sabem. Que sigam sempre os princípios de saber escutar. Porque no caminho, nada possível é impossível mas, só com a vontade de saber, a motivação de estar e coragem de fazer se alcançarão os objetivos preestabelecidos para melhor servir, a Guiné-Bissau.
GUINÉ-BISSAU CELEBRA DIA DA INDEPENDÊNCIA COM TRAIÇÃO E INJURIA ENTRE DIRIGENTES DO PAIGC 
“Ministro das Obras Públicas ordena interditação do PAIGC utilizar a jangada que assegura a travessia do rio Tchetche, numa tentativa de impedir a este partido realizar as comemorações do 24 de Setembro programadas para lugajol/boé, local histórico da proclamação da independência da Guiné-Bissau”. diz fonte partidária
A Guiné-Bissau celebra domingo, quarenta e quatro anos da independência, proclamada unilateralmente, em vinte e quatro de Setembro de 1973, na “Madina de Boê”, concretamente em “Lugadjol”, por, João Bernardo Vieira, também, conhecido com o nome de guerra por, “Cabi Nafantchanna”, (Nino Vieira).
Para assinalar a data, o Governo agendou as actividades em dois momentos, para o país com a deposição de coroa de flores, no mausoléu Amílcar Cabral em Bissau, e em Gabú com uma parada militar.
Enquanto isso, o PAIGC escolheu o Boê, local onde foi proclamado o Estado da Guiné-Bissau.
Informações da última hora, dão conta que, a caravana do PAIGC com destino a Boê, está ainda na travessia de “Tchetchi”, por alegada avaria da jangada, provocada pelo governador da Região de Gabú, “Zé Carlos”.
Segundo informações apuradas no local, um dos responsáveis da Jangada terá sido ameaçado pelo governador, “Zé Carlos”, em como se tentar fazer atravessar a caravana será preso.
Tudo, conforme o informante de Notabanca, para evitar suposto enfraquecimento da recepção do Presidente da República, José Mário Vaz que amanhã, dia 24, desloca-se a Gabú, para as celebrações de “24 de Setembro”. 
Tudo acontece numa altura em que, os guineenses apelam ao entendimento para garantir o desenvolvimento do país.
Notabanca; 23.09.2017