Falando a margem da sua viagem de 48 horas à Congo Brazzaville, José Mário Vaz defende unidade e coesão entre os guineenses.
“Devem ser os próprios guineenses a resolver os seus problemas. Vivemos no mesmo país, comemos numa só cabaça porque não podemos nos entender.”
“Eu não sou assinante deste acordo. Na tentativa de encontrar solução , depois de ter recebido o relatório por parte das mulheres facilitadoras convoquei uma reunião entre as partes, que devia fechar com a reunião do Concelho de Estado. Infelizmente, nesta altura nenhum deles se encontrava no país e a reunião não chegou de acontecer”, esclareceu Presidente Vaz.
Aly
Hijazy, Secretário nacional do PAIGC considera de estranho, o posicionamento do
chefe do Estado guineense perante a crise, uma vez que, foi quem indicou os
três nomes nas negociações em Conacri e, tiveram que escolher um, que é o de
Augusto Olivais para chefiar o Governo Inclusivo. O político acusa Presidente Vaz de criar e promover um Governo ilegal e inconstitucional para tirar ganhos políticos.
Reagindo sobre eventual fecho do “Moseu-Amílcar Cabral” na cidade de Bafatá, Hijazi desdramatizou o caso adiantando que receberam pedido do Governo para a reabilitação do local e as atividades do “Setembro Vitorioso se realizarão nas mesmas instalações, no Leste do país.
De sublinhar que, já há um ano, segundo uma fonte parlamentar, José Mário Vaz viaja sem ser acompanhado ao Aeroporto Internacional “Osvaldo Vieira” vice-versa, pelo Presidente da ANP, Cipriano Cassamá, como é tradicional.
Notabanca; 11.09.2017




