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| Carlos Pinto Pereira |
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| João Bernardo Vieira |
“O tempo estabelecido por lei sobre o processo de inquérito terminou, o Ministério Publico não pode prosseguir com o processo em causa devido a decisão do Supremo Tribunal de Justiça. Estou confiante na absolvição do meu cliente”, assegurou o advogado Pinto Pereira.
Em conferência de imprensa, Carlos Pinto Pereira
reagiu com satisfação a decisão do plenário do Supremo Tribunal de Justiça que
votou por unanimidade contra aquilo que se chama de “normas que estavam a ser
aplicadas injustamente contra o dirigente do PAIGC, João Bernardo Vieira”.
No entender do advogado Pinto Pereira, houve “aplicação abusiva por parte do Ministério Público de normas previstas do Código do Processo Penal (CPP) ”, isto numa clara alusão ao antigo Primeiro-ministro, Carlos Correia que foi bloqueado no aeroporto de Bissau, humilhado e impedido de viajar ao estrangeiro sem ser ouvido nas instâncias judiciais e muito menos notificado para o efeito.
Carlos Pinto Pereira não afasta o caso como uma
perquisição politica. Mas deixa claro que os valores fundamentais e liberdades
consagrados na Constituição da República da Guiné-Bissau estão sendo postos em
causa por órgão detentor de Ação Penal, o Ministério Público. Contudo, o
advogado garante que o seu cliente, João Bernardo Vieira está com moral bastante
sossegada para continuar a luta para a reafirmação dos valores democráticos e
desenvolvimento, do país.
No entender do advogado Pinto Pereira, houve “aplicação abusiva por parte do Ministério Público de normas previstas do Código do Processo Penal (CPP) ”, isto numa clara alusão ao antigo Primeiro-ministro, Carlos Correia que foi bloqueado no aeroporto de Bissau, humilhado e impedido de viajar ao estrangeiro sem ser ouvido nas instâncias judiciais e muito menos notificado para o efeito.
Carlos Pinto Pereira não afasta o caso como uma
perquisição politica. Mas deixa claro que os valores fundamentais e liberdades
consagrados na Constituição da República da Guiné-Bissau estão sendo postos em
causa por órgão detentor de Ação Penal, o Ministério Público. Contudo, o
advogado garante que o seu cliente, João Bernardo Vieira está com moral bastante
sossegada para continuar a luta para a reafirmação dos valores democráticos e
desenvolvimento, do país.
Perante o “imbróglio judicial”, Como um cidadão comum
pode acreditar na justiça quando os fóruns judiciais se divergem na tomada de
decisão e na interpretação das leis?
Supremo Tribunal de Justiça enquanto Corte Suprema da Justiça, delibera sobre uma matéria o Ministério Público, órgão detentor da Ação Penal diz outra coisa!? “Absurdo!”
A ver vamos mais um “episódio estranho” no fórum judicial.
Notabanca; 14.08.2017
Supremo Tribunal de Justiça enquanto Corte Suprema da Justiça, delibera sobre uma matéria o Ministério Público, órgão detentor da Ação Penal diz outra coisa!? “Absurdo!”
A ver vamos mais um “episódio estranho” no fórum judicial.
Notabanca; 14.08.2017



