Em comunicado à imprensa, ANP disse o comportamento não
dignifica o país e nem as suas instituições prometendo assumir a sua
responsabilidade de legislar sobre a organização oficial dos eventos nacionais,
evitando que situações idênticas voltem acontecer.
No documento, os parlamentares lembram que já teriam
abordado com o ministro de Estado da Presidência do Conselho de Ministros,
Assuntos Parlamentares e Porta-voz do Governo, igualmente Presidente da
Comissão Preparatória do evento excluiu o direito das intervenções do
Presidente da ANP e dos partidos políticos com assento parlamentar. Mudando o formato
a celebração da data, que disse ser tradicional onde os partidos políticos com
representação parlamentar procedem o balanço e reflecções sobre a política socioeconómica
do país. E assistem perante os parceiros de desenvolvimento, o discurso do
Presidente da República.
A nota da ANP indica que o Parlamento não quer ser
parte nas manobras para agudização da tensão política prevalecente, reafirma a
sua firme determinação em cumprir escrupulosamente os termos do mesmo,
viabilizando assim a formação de um Governo de Inclusão que permita a
estabilização política do país até a realização das próximas eleições
legislativas.
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