segunda-feira, 11 de setembro de 2017

PRESIDENTE VAZ DE MALAS FEITAS À CONGO ACUSA SIGNATÁRIOS DO ACORDO DE CONACRI DE MÁ-FÉ
Presidente da República acusou hoje em Bissau, os signatários do Acordo de Conacri de estarem a denigrir a imagem da Guiné-Bissau.
Falando a margem da sua viagem de 48 horas à Congo Brazzaville, José Mário Vaz defende unidade e coesão entre os guineenses.
“Devem ser os próprios guineenses a resolver os seus problemas. Vivemos no mesmo país, comemos numa só cabaça porque não podemos nos entender.”
Chefe de Estado guineense nega mais uma vez ter assinado o acordo de Conakry. Acusou os signatários do documento, de não estarem interessados na resolução da crise política instalada a dois anos.
“Eu não sou assinante deste acordo. Na tentativa de encontrar solução , depois de ter recebido o relatório por parte das mulheres facilitadoras convoquei uma reunião entre as partes,  que devia fechar com a reunião do Concelho de Estado. Infelizmente, nesta altura nenhum deles se encontrava no país e a reunião não chegou de acontecer”, esclareceu Presidente Vaz.
Aly Hijazy, Secretário nacional do PAIGC considera de estranho, o posicionamento do chefe do Estado guineense perante a crise, uma vez que, foi quem indicou os três nomes nas negociações em Conacri e, tiveram que escolher um, que é o de Augusto Olivais para chefiar o Governo Inclusivo. 
O político acusa Presidente Vaz de criar e promover um Governo ilegal e inconstitucional para tirar ganhos políticos.
Reagindo sobre eventual fecho do “Moseu-Amílcar Cabral” na cidade de Bafatá, Hijazi desdramatizou o caso adiantando que receberam pedido do Governo para a reabilitação do local e as atividades do “Setembro Vitorioso se realizarão nas mesmas instalações, no Leste do país.
De sublinhar que, já há um ano, segundo uma fonte parlamentar, José Mário Vaz viaja sem ser acompanhado ao Aeroporto Internacional “Osvaldo Vieira” vice-versa, pelo Presidente da ANP, Cipriano Cassamá, como é tradicional.
Notabanca; 11.09.2017
NAMBEIA PROMETE RECONCILHAR GUINEENSES SE FOR RECONDUZIDO PRESIDENTE DOPRS 
O Presidente cessante do Partido da Renovação Social, Alberto Nambeia, disse que, se for reconduzido nas funções do líder dos renovadores durante o V Congresso do partido, a decorrer de 26 à 29 do corrente mês,  a sua prioridade  vai ser a luta para a reconciliação dos guineenses. 
Nambeia que falava à imprensa no Domingo, dia 10, num jantar por ele oferecido aos veteranos e membros fundadores do PRS, no restaurante Marisqueira de Safim, disse que  ao longo dos anos, descobriu que algo está a faltar no seio dos guineenses para que de facto possam ultrapassar a crise. 
CASOS DE BRUXARIA PREOCUPA ADMINISTRADOR DE BISSORÃ NORTE DO PAÍS 
Casos de bruxarias voltam a ribalta no setor de Bissorã.
Com o efeito, Administrador do Sector apela a calma aos populares da povoação de “Candjungudo” sobre suposta prática de bruxaria naquela zona, que poderia engendrar-se em confronto entre familias.
Fidel António da Silva, falava à imprensa a margem do encontro hoje, com o poder tradicional da sua jurisdição para sanear a crispação social no meio da população daquela aldeia, arredores de Bissorã.
Fidel Da Silva recorda os populares da zona que são famílias, amigos e sobretudo guineenses condenados a viverem juntos. Daí que não há razão de banho de sangue, porque a justiça será feita pelas autoridades competentes.
O Administrador chama atenção sobre o possível influência do corpo estranho que visa instigar mais o ódio e violência no diferendo social.
Notabanca; 11.09.2017
BAGAGENS DE PASSAGEIROS DA TAP PARA BISSAU REGRESSAM A LISBOA DEVIDO A AVARIA 
O avião da TAP do voo 1476 que ligou Lisboa à Guiné-Bissau no sábado regressou a Portugal com a bagagem dos passageiros devido a uma avaria na máquina que as descarrega, disse hoje fonte da companhia aérea portuguesa.
Fonte da TAP em Bissau disse à Lusa que o comandante do aparelho teve que regressar a Lisboa com toda bagagem depois de mais de uma hora de espera.
O ´loader´, a máquina que descarrega os contentores com as bagagens transportadas pelo avião teve uma avaria e não foi possível consertá-lo, indicou a mesma fonte.
O comandante do avião teve de regressar a Lisboa sem descarregar as bagagens que trouxe de Lisboa, mas também sem levar nenhuma bagagem dos passageiros que partiram de Bissau.
A fonte disse que a empresa vai arranjar uma solução para resolver o problema das bagagens daqueles passageiros. 
Notabanca; 11.09.2017
"GUINÉ-BISSAU PODE SE DESENVOLVER SEM EXPLORAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS"-PR 
Presidente da República, José Mário Vaz, afirmou na sexta-feira, 08 de setembro 2017, que acredita que é possível desenvolver a Guiné-Bissau sem, no entanto, tocar ou explorar os recursos naturais que o país dispõe como bauxite, petróleo e fosfato, se o país apostar seriamente na agricultura através da criação de “condições” que permitam uma boa produção a nível de todo o território.
Para o Chefe de Estado, ‘o mais importante’ neste momento é o entendimento entre os guineenses, tendo lembrado que o líder da guerra de libertação nacional, Amílcar Cabral, dizia sempre: ‘na unidade é que a Guiné ia ganhar a luta’, conseguiu-se ganhar a luta na base da unidade. Por isso, defende que “é chegada a hora de pararmos com toda a puxa-puxa e refletirmos sobre o nosso país, devemos unir as cabeças e pusermos mão à obra para desenvolvermos esta terra, que tem toda a condição de tornar-se um grande país”.
GOVERNO FECHA OITO ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DOS ESTRANGEIROS EM BISSAU
É isto mesmo. autoridade do Estado é para valer.
Após o fecho de doze estabelecimentos comerciais, o Ministério do Comércio continua implacável encerrou ontem em Bissau, oito estabelecimentos comerciais dos cidadãos estrangeiros envolvidos na adulteração do preço do arroz fixado pelo Governo.
Os implicados alteraram o preço de dezasseis mil e quinhentos francos Cfa, por saco de cinquenta quilos do produto para dezanove mil.
Inspector-geral do Comércio, Carlos Manuel Biaguê disse hoje, em conferência de imprensa que as acções dos autores visam desafiar as medidas do Governo.
Mohamud Taky, presidente da comunidade mauritaniana condena a postura dos seus conteranios e pediu desculpas, em nome da comunidade que infringiram as leis da Guiné-Bissau.
Os infractores são multados, num valor de cento e cinquenta mil francos Cfa cada, como uma das condições para reabrir as suas instalações comerciais em Bissau.
De sublinhar que, a operação ocorreu no último fim-de-semana nos diferentes estabelecimentos comerciais em Bissau.
Notabanca; 11.09.2017