Completam hoje, 12 de agosto, dois anos
desde que se instalou a crise política na Guiné-Bissau, resultante da exoneração
pelo Presidente da República, do primeiro Governo constitucional do PAIGC de
base alargada liderado por, Domingos Simões Pereira, (DSP).
Um Governo que teve todos os seus instrumentos e diplomas de governação (Programa e OGE) aprovados por unanimidade pelos parlamentares. E mais, todos os deputados votaram por unanimidade, (sem nenhum voto contra) moções de confianças e de solidariedade para com o então chefe do Governo e ao próprio elenco governamental. Mas tudo foi posto em causa, com alegações de “corrupção, nepotismo e em suma, querelas politicas”.
O conflito, desemboca-se numa crise política que se alastrou, um pouco por todo o país, até um simples cidadão que vive numa aldeia longínqua dos centros urbanos sente na pele e está associado com a situação.
Os líderes do país facilitaram a criação
de “grupinhos e movimentos de apoios” de ambas partes em litígio absorvendo
avultadas somas em dinheiro que poderiam ser investidas nos setores da saúde,
educação e agricultura.
Quatro governos nesta Legislatura. Nenhum dele conseguiu materializar os seus sonhos de governação, tudo bloqueado e fustigado pelos políticos em detrimentos dos seus enigmáticos projetos que nem se quer submetidos pelos dignos representantes do povo.
Dois anos em vão e na realidade virtual na
gerência de brinquedos mergulhando a Guiné-Bissau, num beco sem saída.
Um Governo que teve todos os seus instrumentos e diplomas de governação (Programa e OGE) aprovados por unanimidade pelos parlamentares. E mais, todos os deputados votaram por unanimidade, (sem nenhum voto contra) moções de confianças e de solidariedade para com o então chefe do Governo e ao próprio elenco governamental. Mas tudo foi posto em causa, com alegações de “corrupção, nepotismo e em suma, querelas politicas”.
O conflito, desemboca-se numa crise política que se alastrou, um pouco por todo o país, até um simples cidadão que vive numa aldeia longínqua dos centros urbanos sente na pele e está associado com a situação.
Os líderes do país facilitaram a criação
de “grupinhos e movimentos de apoios” de ambas partes em litígio absorvendo
avultadas somas em dinheiro que poderiam ser investidas nos setores da saúde,
educação e agricultura.Quatro governos nesta Legislatura. Nenhum dele conseguiu materializar os seus sonhos de governação, tudo bloqueado e fustigado pelos políticos em detrimentos dos seus enigmáticos projetos que nem se quer submetidos pelos dignos representantes do povo.
Dois anos em vão e na realidade virtual na
gerência de brinquedos mergulhando a Guiné-Bissau, num beco sem saída.
Quem esperava isto!?... Nem Presidente
Mário Vaz, nem presidente do Parlamento e nem o líder do PAIGC. Acho que sim.
Por agora, o povo parece relegado ao último plano. OGE e de mais fundos administrados pelo atual executivo, ainda numa incógnita.
Por agora, o povo parece relegado ao último plano. OGE e de mais fundos administrados pelo atual executivo, ainda numa incógnita.
Os líderes políticos passam todo o tempo a
gerir querelas políticas em vez de projetarem o desenvolvimento almejado pelos
guineenses.
A grande questão é, quantos diplomas promulgados ou vetados pelo Presidente da Republica, José Mário Vaz ao benefício do povo durante a legislatura?
Notabanca; 12.08.2017
A grande questão é, quantos diplomas promulgados ou vetados pelo Presidente da Republica, José Mário Vaz ao benefício do povo durante a legislatura?
Notabanca; 12.08.2017

