sábado, 5 de agosto de 2017

PRIMEIRO-MINISTRO GUINEENSE DIZ NÃO HAVER RAZÕES PARA GREVE NA FUNÇÃO PÚBLICA 
O Primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, afirmou, esta terça-feira, não haver razões para uma greve geral da Função Pública, mas
que «o executivo está a negociar». 
A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (UNTG) emitiu um pré-aviso de greve para os dias 8, 9 e 10 de agosto para exigir o cumprimento de um memorando de entendimento de dezembro de 2016, relativo ao reajuste salarial e pagamento de 10 meses de ordenados em atraso, referentes ao ano de 2003. 
«Estamos a negociar e acho que não há razão para haver uma greve», afirmou o primeiro-ministro, à saída da audiência semanal com o presidente José Mário Vaz. 
O primeiro-ministro acrescentou que «tudo o que for possível será feito», salientando que é preciso «ser pragmático».
De sublinhar que, UNTG-Central Sindical agendou para próxima semana uma greve geral de três dias na função pública, do país.  
Notabanca; 05.08.2017
GREVE A VISTA NA FUNÇÃO PÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU 
Função Pública vai estar paralisada na próxima semana.
Isto porque, a UNTG-Central Sindical agendou para a próxima terça-feira, dia 8, a greve de três dias na Administração de Estado, para exigir do Governo aplicação de imediata do reajuste salarial.
A informação está expressa em comunicado da maior central sindical, a que a Notabanca teve acesso. 
Para o efeito, a UNTG convoca todos os membros do Secretariado Nacional da Organização e os líderes sindicais para uma reunião a ter lugar segunda-feira, dia 7, na sua sede, culminando com a promoção de uma conferência de imprensa, sobre o efeito.
Notabanca; 05.08.2017