quarta-feira, 28 de junho de 2017

GUINÉ-BISSAU NÃO CUMPRE E NEM SE ESFORÇA PARA ELIMINAR TRÁFICO DE PESSOAS- Diz USA 
Governo da Guiné-Bissau não cumpre os requisitos mínimos para eliminar o tráfico de pessoas e também não faz esforços nesse sentido, refere o "Relatório sobre Tráfico de Pessoas 2017" do Departamento de Estado norte-americano.Segundo o documento, elaborado pelo Gabinete para Monitorizar e Combater o Tráfico de Pessoas, na Guiné-Bissau existem leis contra o tráfico de pessoas, mas não foram utilizadas para o combater.
“TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO CONSPIRADA NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DIVIDE MILITARES NA GUINÉ-BISSAU”
Gabinete de Informação e de Segurança do Estado da Presidência da República da Guiné-Bissau citou quatro oficiais militares para declararem que brigadeiro Júlio Nhaté, brigadeiro Tomás Djassi, major Cristóvão Tchuda, Madja e Tenente-coronel, Zé Pugna “estão a preparar golpe de Estado na Guiné-Bissau”.
De acordo com uma fonte fidedigna de Notabanca, “na missiva da Batalhão da Guarda Presidencial do Serviço de Informação e Segurança endereçada ao Chefe da Divisão Central da Contra Inteligência Militar do CEMGFA, com o nome de António Mango mas assinada pelo Turé Djata indica que o chefe de Estado-maior do Exército brigadeiro, Lassana Mansali, o seu adjunto, coronel Sum Bonhe, chefe de Casa Militar, coronel António Abel e comandante da Polícia Militar (PM), coronel Orlando Pungana foram instruídos para acusarem falsamente quatro companheiros militares das forças armadas de sublevação da ordem constitucional”.
O documento deu entrada no Serviço de Inteligência Militar a 29 de maio de 2017 e foi recebido pelo 2º-sargento, Lembra Combo.
A fonte confiável avança que, “o fato está a suscitar mal-estar no seio da classe castrense inclusive na cúpula das chefias militares.
Ainda, a mesma fonte remata que, as recentes promoções dos militares estariam ligadas à este caso, e dos quatro suspeitos acusados, um de nome Madja já se encontra detido na sequência dessa maquinação política de golpe de Estado para que a Presidência da República tire ganhos políticos.
Notabanca; 28.06.2017
DECLARAÇÃO QUE ENVOLVE CABO VERDE E PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU FOI "MAL INTERPRETADA E DETURPADA"
NUNO NABIAN ACUSA PRESIDENTE VAZ DE RECRUTAR MILÍCIAS PARA O PROTEGER E CRIAR CAOS NO PAÍS 
Presidente da Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático (APU-PDGB) encoraja ao Presidente Mário Vaz para pedir desculpas ao povo, renunciar-se do poder e convocar eleições gerais já que reconheceu que não está capacitado de ultrapassar a crise política vigente no país, há mais de dois anos.
Para o efeito, Nuno Gomes Nabian exige a realização das eleições gerais no país, caso o Presidente da Republica devolva o poder ao povo no mês de Outubro.
Sobre a convenção do PAIGC, que o Chefe de Estado disse ter evitado o banho de sangue, o líder da Assembleia do Povo Unido considera tais declarações de grave assegurando que apesar de fórmulas políticas orquestradas sem efeito positivo por José Mário Vaz ainda esse pretende gradualmente tirar ganhos políticos e deixa claro que qualquer partido político que ganhar eleições não poderá coabitar-se com José Mário Vaz a não ser o seu apoiante, PRS que está a “perpetrar concertações maquiavélicas para conduzir o país ao abismo”.
O líder da APU-PDGB desafia Presidente Vaz para esclarecer a origem do dinheiro que diz ter para financiar eleições na Guiné-Bissau.
“JOMAV não pode nos comprar todos. Todo o dinheiro destinado para eleições o povo tem de saber a sua origem. Não pode ser dinheiro de droga, de lavagem de dinheiro, dinheiro de ouro ou de espada. Tem que ser dinheiro real para fazer eleições,” advertiu Nabian.
O presidente da APU acredita que estão numa guerra contra “diabo” e acusa Presidente Mário Vaz de falar sempre “asneira” por estar desorientado a comprometer o país com uma eventual crise na sequência da campanha de comercialização de caju que desembocou na subida galopante dos preços dos produtos da primeira necessidade nos mercados.
Gomes Nabiam chama atenção a todos os partidos políticos para se unirem de modo a lutar contra o regime do Presidente Mário Vaz, porque segundo Nabian, José Mário Vaz optou-se criar uma corporação de milícias em detrimento das forças armadas guineenses, que beneficiarão de bolsas no estrangeiro para depois protege-lo e trazer complicações ao país.
No entender do político apuano, a crise politica não tem solução. Mas aponta como saída, dissolução do Parlamento, criação de um Governo de Transição, e convocação de eleições gerais.
Notabanca; 28.06.2017
CRISE POLÍTICA PERSISTE POR FALTA DE MATURIDADE POLÍTICA DO PRESIDENTE VAZ-Benante
O antigo presidente da Assembleia Nacional Popular defende que o Estado guineense merece uma reforma profunda para que a Guiné-Bissau torne um país democrático e reconhecido no concerto das Nações.
Para o efeito, em exclusivo a Notabanca, Francisco Benante exige mais responsabilidades aos titulares dos órgãos da soberania no exercício das suas ações.
Benante disse estar preocupado com daquilo que se chama de “banalização dos órgãos da soberania”, criticando as atitudes do Chefe de Estado, José Mário Vaz e os seus colaboradores, perante a crise no país, que segundo disse nada de positivo fizeram para acabar com o impasse.
Benante afirma José Mário Vaz confronta-se com falta de maturidade politica e que a medida de fortificação das instituições de Estado bem como responsabilidades aos titulares dos órgãos da soberania, o país conhecerá melhores dias desfrutando de forma justa a riqueza que dispõe para os seus filhos.
Por isso, o político do PAIGC pede ponderação aos titulares dos órgãos da soberania, na busca de uma solução plausível para a estabilização política e económica da Guiné-Bis.
Notabanca; 28.06.2017
JORNALISTAS CABO-VERDIANOS CONSIDERAM “EXTREMAMENTE INFELIZES” DECLARAÇÕES PR DA GUINÉ-BISSAU
A Associação de Jornalistas de Cabo Verde classificou hoje como "extremamente infelizes" as declarações o Presidente da República da Guiné-Bissau, considerando que revelam desconhecimento da imprensa cabo-verdiana.
O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, pediu segunda-feira aos jornalistas guineenses para contribuírem para a construção do país, evitando passar mensagens que ponham em causa a Guiné-Bissau.