segunda-feira, 12 de junho de 2017

PRESIDENTE VAZ FELICITA POVO DA RÚSSIA PELO SEU DIA NACIONAL
Presidente da República manifesta-se a vontade de reforçar e consolidar as relações multilaterais com a Rússia.
Em carta endereçada ao seu homologo russo, José Mário Vaz felicitou o povo russo pela celebração hoje, do seu dia nacional.
Ainda, na missiva lê-se que o Chefe de Estado disse estar certo que os vínculos de amizade e cooperação entre os dois países vão aprofundar-se no plano político e económico, bem como no quadro das Nações Unidas. 
Notabanca; 12.06.2017
DELEGAÇÃO DO COMITÉ DE SANÇÕES DA ONU À CAMINHO DE BISSAU
Chega à Bissau, terça-feira 13 de junho, uma delegação do Comité de sanções da ONU, para uma visita de trabalho de três dias.
A missão vem inteirar-se da situação política e dos direitos humanos no país, segundo fonte das Nações Unidas citada pela RDP-Africa.
A delegação vai encontrar-se com os titulares dos órgãos da soberania, líderes políticos e membros da Sociedade Civil.
No final dos trabalhos produzir-se-á recomendações ao Conselho de Segurança da ONU.
Recorde-se que a visita deveria acontecer no próximo mês, mas devido aos últimos desenvolvimentos da crise política a missão foi antecipada.
A deslocação do Comité de sanções da ONU acontece, após uma semana da Cimeira dos Chefes de Estado e de Governos da CEDEAO ter instado ao Presidente da República, José Mário Vaz para o cumprimento do Acordo de Conakry.
Também, a ONU vai apoiar a implementação do documento, exigindo de forma directa José Mário Vaz a respeitar o Acordo que prevê a nomeação de um novo Primeiro-ministro de confiança do chefe de Estado e de consenso dos partidos políticos representados no Parlamento, guineense.
Conferir o programa:
Notabanca; 12.06.2017
GREVE LEVANTADA NAS ESCOLAS PUBLICAS PROFESSORES DIVIDIDOS
Líderes sindicais
Alguns professores acusam os dois líderes sindicais da classe de remarem contra marés e ventos.
Isto porque, alguns docentes afirmam ter dúvidas quanto a forma como os presidentes do SINAPROF e SINDEPROF levantaram a greve nas escolas de Estado.
Nicolau Vaz, um dos membros da comissão negocial dos docentes acusou Malam Ly e Laureano da Costa de suspenderem a paralisação sem o consentimento dos associados.
O sindicalista considera de pena e triste a situação:
O docente duvida ainda, se é que o Governo de Umaro Sissokó Embaló vai cumprir o acordo.
Os dois sindicatos do setor, SINAPROF e o SINDEPROF prometem fazer uma conferência de imprensa, terça-feira para esclarecerem o “mal-entendido”.
Apesar de ter suspensa a paralisação, as aulas estão a funcionar a conta-gotas nas diferentes escolas públicas do país, devido a ausência significativa dos alunos e de alguns professores.
Notabanca; 12.06.2017
DOIS AGENTES DA PJ CUMPREM ORDEM DO MANDATO DE DETENÇÃO PARA MANECAS DOS SANTOS

Manecas dos Santos, dirigente do PAIGC escapou a detenção.
Polícias foram a casa do comandante do PAIGC para
o deter. Ao DN, dissera que o país pode estar na iminência de golpe e criticara o atual presidente. 
"Manuel dos Santos, (Manecas dos Santos) comandante histórico do PAIGC, está sob pressão do Ministério Público da Guiné-Bissau desde que deu uma entrevista crítica ao DN, alertando para a possibilidade de o país estar na iminência de um golpe de Estado."
"Na sexta-feira, dois agentes da Judiciária foram a casa dele para cumprir um mandado de detenção", disse ontem à noite ao DN Carlos Pinto Pereira, advogado de Manecas dos Santos. Mas o comandante, de 74 anos, tem estado com problemas de saúde e fora internado na véspera: " A esposa informou os agentes que ele estava hospitalizado e disse-lhe para contactarem comigo."
Questionado por horas, ele reiterou que apenas emitira a sua opinião. O processo foi arquivado. Mas dias depois outro foi aberto, reconvocando-o para novo interrogatório, a 2 de junho. Manecas apresentou atestado médico, explicando que não podia comparecer por motivos de saúde. Ainda assim, a 5 de junho, o delegado do procurador emitiu o mandado de detenção, e a 9 apareceram em casa dele.
Carlos Pinto foi ao Ministério Público nessa própria sexta. "Li o mandado. Não especifica o propósito da detenção, quando devia dizer que o motivo era não ter comparecido a uma audiência judicial. A falta sem justificação pode ser motivo para mandado, mas não foi o caso. Ele não pôde ir por motivos de saúde e justificou. Essa justificação foi entregue por mim, mas fizeram tábua rasa dela. Não estavam interessados nisso, estavam interessados em vexar o comandante. Não lembra ao diabo prender uma pessoa para a ouvir quando ela está 100% disponível para ser ouvida. Ele foi internado na quinta-feira, antes de sabermos que havia o mandado. Sentiu-se mal, está a ser acompanhado por um médico há bastante tempo. O atestado médico é de 22 de maio e prova que não havia intenção de enganar ninguém." 
Mas o Ministério Público duvidou. Ainda na sexta, chamou o médico a depor. "Quando eu estava a sair de lá, cruzei-me com ele", conta o advogado. "Ele esclareceu o que havia a esclarecer."
Alguns observadores no terreno apontam que Manecas dos Santos está a coordenar a convenção do PAIGC que vai estruturar a orientação do partido para futuras eleições, aguardadas com expectativa. A sua detenção visaria travar esse processo, considerado decisivo. Avançou DN.
Notabanca; 12.06.2017
FILHO DE KADHAFY CONDENADO A MORTE FOI LIBERTADO
Kadhafy
Filho
Um dos filhos de Muammar Kadhafi, Seif al-Islam, condenado à morte na Líbia, foi libertado na sexta-feira (09 Junho), anunciou este sábado um grupo armado na rede social Facebook.
A brigada Abu Bakr al-Sadiq, um dos grupos armados que controlam a cidade de Zenten, a 170 quilómetros da capital líbia, disse que a libertação decorreu da aplicação de uma amnistia promulgada pelo parlamento.
Seif al-Islam tinha sido capturado em Zenten, em novembro de 2011, pouco depois do assassínio do seu pai, deposto na sequência da revolução árabe.
O filho do antigo Presidente líbio foi condenado à morte em julho de 2015 por um tribunal de Trípoli, devido ao seu papel na repressão da revolta de 2011, e tem um mandado de detenção emitido pelo Tribunal Penal Internacional, por acusações de crimes contra a humanidade cometidos durante os oito meses da revolta.
Notabanca; 12.06.2017